7 curiosidades sobre energia solar

As fontes fotovoltaicas têm ganhado importância em todo o mundo por serem livres de carbono e contribuírem para a redução de emissões de CO2 na natureza. Embora ainda representem 2% da energia produzida no mundo, a expectativa de organizações e especialistas na área é que esse número quintuplique nos próximos anos. Para que você entenda melhor como esse insumo funciona, reunimos nesse artigo 7 curiosidades sobre a energia solar.

Mas antes de apresentá-las, é essencial mostrar alguns dados sobre esse setor. A Agência Internacional de Energia (IEA) estima que até 2050 os painéis fotovoltaicos produzam 11% do montante global de energia. Já os dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena) são ainda mais animadores e apontam que a energia solar responderá por 13% da energia consumida globalmente até 2030.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve registrar um salto de 44% na capacidade instalada em 2019. Em 2018, o país tinha cerca de 30,5 mil sistemas de energia solar, um número que deve chegar 885 mil até 2024. Todo esse otimismo é puxado por políticas e incentivos que reduzem os custos do setor e facilitam a instalação de equipamentos voltados a esse mercado.

Confira 7 curiosidades sobre energia solar

1. Energia barata

Ao contrário do que muita gente pensa, a energia solar fotovoltaica tem se consolidado como uma das mais acessíveis entre as renováveis. De acordo com dados da Agência Internacional de Energia Renovável, publicados pelo Relatório Geral do Mercado Solar 2019, os custos dos sistemas fotovoltaicos devem reduzir ainda mais, passando de US$ 1,8 por watt para apenas US$ 0,79 até 2025. Para se ter um parâmetro, as usinas termelétricas movidas a gás natural ou carvão custam, respectivamente, US$ 1,3 e US$ 3 por watt. A energia solar é mais barata que a energia elétrica comprada da rede, principalmente com o aumento constante das tarifas.

curiosidades sobre energia solar - economia

2. Benefícios mesmo à noite

A solução não gera energia no período noturno. Porém, quando a geração é maior que o consumo durante o dia, o excedente é direcionado para a rede de distribuição e transformado em crédito para ser usado à noite pelo consumidor.

Esse sistema de “compensação” também traz outra comodidade para o consumidor, sobretudo aqueles que têm mais de um imóvel na área de uma mesma distribuidora: o que não for consumido em uma casa, pode servir para reduzir a conta de outra.

Por exemplo: alguém que tenha uma casa num bairro da cidade e um sítio próximo, mais afastado. A quantidade de energia produzida pelo sistema instalado na casa que não for consumida pode ser “utilizada” no imóvel rural, o que deixará a conta de luz mais barata. A única exigência para que isso ocorra é que os imóveis estejam registrados no mesmo CPF.

3. Potencial brasileiro

O país como um todo oferece excelentes condições para a produção de energia solar. O Nordeste lidera a lista de locais com os maiores valores de irradiação solar global, com a maior média e a menor variabilidade anual entre todas as regiões geográficas. Isso se deve à sua localização mais próxima à linha do Equador. Logo em seguida vêm as regiões Centro-Oeste e Sudeste.

4. Fácil instalação

Não é preciso nenhuma obra complexa ou a aplicação de materiais que exijam grandes mudanças na estrutura do ambiente. São necessários apenas painéis solares, cabos de ligação e um equipamento central, conhecido como inversor de tensão. O inversor é responsável por receber e transformar a energia gerada pelos painéis no padrão de utilização da rede elétrica. Normalmente, as placas solares são instaladas em telhados, e delas saem os cabos elétricos que alimentam o inversor e interligam o sistema com a rede do imóvel.

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5. Manutenção simples

Uma das principais dúvidas com relação aos sistemas solares diz respeito à conservação. Os cuidados são simples, limitando-se à limpeza das placas para evitar a perda de eficiência. A manutenção pode ser semestral ou anual e deve ser realizada por uma equipe especializada.

6. Monitoramento pelo celular

Outra das curiosidades sobre energia solar é que alguns equipamentos possibilitam conexão com a internet, fornecendo informações completas sobre o desempenho do sistema. É possível acompanhar a produção de energia elétrica em tempo real pelo celular, tablet ou computador de qualquer lugar do mundo a partir de uma conexão Wi-Fi, aferindo os parâmetros dos inversores, a quantidade de energia gerada, a potência instantânea e outros.

Além disso, as informações sobre a geração mensal de energia são armazenadas, permitindo saber em que meses o sistema funcionou melhor.

7. Como funciona o gerador solar

Composto por painel, inversor, string box, estruturas, cabos, conectores, entre outros acessórios, este equipamento capta a luz solar e gera energia elétrica para ser usada em residências ou empresas.

A SMSolution possui uma linha de equipamentos voltados à produção de energia solar. Entre em contato com nossa equipe e tire suas dúvidas.

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Fonte: blog.intelbras.com.br

Como escolher um sensor de presença para iluminação

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

A tecnologia no desenvolvimento deste tipo de recurso permite resolver completamente o dilema entre conforto e economia. Graças à implementação de capacidades específicas, como a detecção de presença a partir da emissão de calor de corpos e objetos em ambientes de baixa luminosidade e até a sensibilidade à quantidade de luz para definir se a lâmpada deve ou não ser acesa ao detectar um movimento, esses dispositivos precisam fazer parte de qualquer projeto residencial ou comercial que esteja minimamente preocupado em reduzir a conta de luz e poupar energia.

Mas você já sabe como escolher um bom sensor de presença para iluminação? Já leu sobre esse equipamento durante as suas pesquisas na internet? Preparamos este texto para que você possa conhecer cada um dos modelos e decidir pelo que será mais útil e ficará mais harmonioso na sua casa, condomínio ou empresa. Continue a leitura para saber mais.

Tipos de sensor de presença para iluminação

A diversidade de ambientes exige que os sensores tenham características específicas para funcionarem conforme cada situação. Por exemplo: não adianta que um equipamento deste tipo continue acendendo uma lâmpada em uma área durante o dia, ou que a área sensível seja tão pequena que o usuário precise se posicionar quase embaixo dele para acioná-lo.

Recursos modernos que vão desde a implementação de células fotossensíveis até a cobertura de grandes áreas estão disponíveis no mercado, e é justamente elas que você deve conhecer para decidir qual é o melhor sensor de presença para iluminação a ser instalado no seu imóvel.

  • Instalação na parede: esse tipo de sensor oferece economia ao acender e apagar as luzes automaticamente, aliada à praticidade da utilização da estrutura elétrica já existente. Com modelos de sobrepor ou embutir, elimina a necessidade de grandes intervenções e fica estrategicamente posicionado em áreas de tráfego, agilizando o acendimento das luzes;
  • Instalação no teto: esse tipo de sensor costuma oferecer uma área de cobertura mais abrangente, já que pode ser instalado a até quatro metros de altura. A própria disposição do aparelho ajuda na segurança, já que o torna inacessível para quaisquer outras pessoas que não os técnicos responsáveis pela manutenção, impedindo que seu funcionamento seja alterado ou comprometido;
  • Plug and Play: é o tipo de sensor de presença para iluminação mais simples de ser instalado. Pode ser rosqueado no soquete que recebe a lâmpada (no teto, por exemplo).

Onde usar cada tipo de sensor de presença para iluminação

Como você já leu aqui, cada situação exige um tipo de sensor de presença para iluminação adequado. Conheça quais os melhores locais para usar cada tipo.

Uso interno — teto ou parede

Um tipo de solução mais versátil para você instalar na sua casa ou no ambiente corporativo é o que permite a fixação no teto ou na parede. Próprio para ambientes internos, possui uma haste articulada para que você direcione o sensor para a área de maior movimento (focado em uma porta, por exemplo, para fazer a luz acender sempre que alguém passar por ela).

Esse tipo de equipamento funciona a partir da detecção de movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Além disso, possui a função fotocélula que permite acender a luz durante o dia ou apenas à noite. Essa característica ajuda a aumentar a economia de energia, pois impede o acionamento indevido da lâmpada quando o ambiente estiver claro ou for desnecessário o seu acendimento.

Além disso, esses sensores oferecem um ângulo de detecção de presença de até 360º e alcance de 5 metros — o que vai eliminar as possibilidades de não acionamento quando alguém passar pelo espaço onde ele estiver instalado.

Uso interno — teto

Caso a sua necessidade seja ampliar a área de alcance do sensor e assim multiplicar a eficiência deste dispositivo no propósito de economizar energia, o ideal para você são os que oferecem maior alcance de detecção. Além do ângulo de 360º, facilitando a identificação de quem estiver passando por quaisquer dos lados, o sensor infravermelho consegue medir fontes de calor que estejam a até 18 metros de distância de onde estiverem instalados, dependendo do modelo escolhido. Essa característica habilita o uso em ambientes maiores, tanto em casa quanto em imóveis comerciais — uma área de festas na residência ou um depósito de uma pequena empresa.

Eles também oferecem a função fotocélula, que desabilita o acionamento da lâmpada durante o dia, mesmo detectando movimento. Essa função, no entanto, pode ser configurada pelo usuário, que consegue desabilitá-la se desejar.

Também há variações importantes que podem ser embutidas no teto — gesso, laje ou outro material —, facilitando a inclusão em qualquer projeto arquitetônico. Também há sensores com proteção IP 44, preparados para serem instalados em locais semi-abertos, como garagens, portarias de condomínios e outras áreas.

Uso interno — Plug and Play

Além dos recursos que você conheceu neste texto, há os que não exigem nenhum conhecimento técnico e começam a funcionar assim que são conectados à energia elétrica.

Desenvolvidos para instalação em um soquete E27, os tradicionais e populares “bocais” que recebem as lâmpadas fluorescentes compactas e de LED comuns disponíveis no mercado, têm o sensor acima do espaço destinado à fonte luminosa, para que seja abrangente e “enxergue” completamente o ambiente.

Para entrar em funcionamento, basta que você retire a lâmpada do soquete, rosqueie o sensor e volte a colocar a lâmpada. Esse componente é compatível com todos os tipos de iluminação até 60 Watts, também têm célula fotoelétrica e boa área de cobertura.

Todos os sensores que você conheceu neste texto têm ajuste de tempo de duração da luz acesa. Por meio de um botão no próprio produto é possível determinar qualquer duração a partir da detecção de presença, de 10 segundos a 10 minutos (conforme o modelo). Eles também são compatíveis com as lâmpadas mais comuns do mercado, sejam elas incandescentes, fluorescentes compactas ou de LED, e possuem três anos de garantia.

Fonte: intelbras.com.br

Inteligência artificial melhora segurança das empresas

Soluções tecnológicas avançadas estão cada vez mais presentes em projetos de proteção patrimonial de companhias de todos os portes. Entenda como

O uso de tecnologias de ponta baseadas em inteligência artificial tem avançado muito nos últimos anos. Um dos setores que mais se beneficiam dessa nova realidade é o da segurança. Sistemas de monitoramento e de controle de acesso estão cada vez mais inteligentes e eficientes, e empresas de todos os tamanhos podem usufruir dessas tecnologias.

Exemplo disso são organizações que costumam usar um número elevado de câmeras de monitoramento. Algumas utilizam mais de 500 unidades ao mesmo tempo. “O problema é que é quase impossível um ou dois operadores visualizarem essas imagens de forma eficiente. Depois de 20 minutos encarando uma tela, o ser humano já começa a apresentar desgastes. São limitações da nossa natureza”, explica Renan Antoniolli, executivo de vendas da Intelbras, empresa 100% nacional fabricante de produtos e soluções em segurança, redes, comunicação e energia.

Câmeras inteligentes já são capazes de processar tudo o que acontece nas imagens gravadas e alertar o operador quando há alguma ocorrência relevante. “Com as câmeras CFTV IP da Intelbras, por exemplo, é possível desenhar uma linha virtual na imagem. Caso algum corpo cruze essa barreira invisível, o sistema reporta para o operador o que foi detectado. Ele só precisa prestar atenção no que realmente importa, e o monitoramento fica muito mais eficiente”, complementa o executivo.

Além da barreira invisível, outras funcionalidades podem ser aplicadas para a segurança de grandes empresas que adotam a solução de monitoramento CFTV IP. Ela pode ser programada para detectar comportamentos estranhos e até mesmo identificar objetos abandonados. Essa última função, inclusive, é recomendada em lugares de grande circulação de pessoas, como shoppings, aeroportos ou estádios de futebol.

“Cada companhia tem a sua dor e, para cada dor, existe uma solução diferente”, diz Antoniolli. Uma empresa de transportes, por exemplo, precisa controlar o acesso dos veículos da frota ao estacionamento. Com a função de reconhecimento das placas, o sistema identifica cada veículo antes de liberar a entrada. Há ainda equipamentos que fazem mapas de calor, reconhecimento facial ou controle de acesso por biometria. São soluções que se adequam às necessidades do negócio.

Mais segurança

Câmeras e sensores usados nos projetos de segurança geram, constantemente, uma quantidade enorme de dados sobre a empresa. Mais do que saber como analisar essas informações, é preciso que elas estejam seguras.

“É o que eu chamo de segurança da segurança. Garantir que a rede seja protegida com firewall e senhas fortes pode assegurar um nível a mais na segurança das informações; se alguém invadir o sistema, não vai conseguir ter acesso a nenhum dado”, explica. Atualizações constantes no sistema também proporcionam uma proteção de dados mais eficiente.

Outro ponto importante é ter uma equipe preparada para usar os sistemas de segurança. “Não adianta ter um sistema de proteção com o que há de mais avançado em tecnologia sem funcionários prontos para operá-lo”, explica Antoniolli. Além das soluções, a Intelbras também oferece vários treinamentos para seus clientes. São equipes preparadas e atualizadas que atuam por todo o país para explicar as melhores maneiras de garantir a segurança da empresa.

“O uso das novas tecnologias, incluindo a inteligência artificial, potencializa a segurança em empresas. Não há como evitar ou se distanciar dessa nova realidade, que já faz parte da nossa vida”, finaliza o executivo.

 

Fonte: Exame.com

Todos os veículos a gasolina vão desaparecer em oito anos, diz estudo

Um estudo feito por Tony Seba, um economista da Universidade de
Stanford, mostrou que veículos autônomos e elétricos substituirão os
carros atuais

Ônibus, carros e caminhões que utilizam combustíveis fósseis serão extintos até 2025. A informação é de um estudo liderado por Tony Seba, economista da Universidade de Stanford dos Estados Unidos. A publicação diz que o mercado inteiro será substituído pelos mais eficientes carros elétricos e modelos autônomos sob demanda. Essa mudança faria despencar o preço do petróleo e poderia acabar com a indústria petrolífera mundial e prejudicar diversos países que dependem dessa commodity.

O relatório “Rethinking Transportatiom 2020-2030” (Repensando os Meios de Transporte, em tradução livre) destaca que os veículos elétricos são dez vezes mais baratos que os modelos com motor a combustão, possuem um custo de combustível quase nulo e uma duração de até 1,6 milhão de quilômetros.

Se a previsão do economista se comprovar, uma indústria trilionária terá que se adaptar ao novo momento ou poderá ser completamente extinta.

O relatório afirma que diversas cidades devem proibir que um humano dirija um carro pelo perigo que isso representa. Os preços de carros usados despencará e será cada vez mais difícil descartar um veículo a gasolina.

Países como Rússia, Nigéria, Venezuela e Arábia Saudita estarão em problemas. As grandes montadoras americanas e da Alemanha precisarão mudar o seu foco para o mercado de carros elétricos ou entrar definitivamente no mercado de serviços de mobilidade, como o Uber, segundo o Financial Post. Gigantes da tecnologia, como Google, Apple e Foxconn, estão na vanguarda desse movimento.

Seba afirma que essa grande mudança no mercado de combustíveis e automóveis é motivada, principalmente, pelos avanços tecnológicos e não por questões ambientais. “Nós estamos diante de uma das disrupções mais rápidas, profundas e de maior consequência da história do transporte”, disse o economista. “Veículos com motores de combustão interna entrarão em ciclo vicioso de aumento de custos”.

+Vantagens da energia solar

O relatório destaca que a mudança será mais radical quando os preços de carros elétricos se tornarem mais acessível e as baterias possuirem uma durabilidade maior.

Seba afirma que o custo por milha dos modelos elétricos será de 6,8 centavos americanos e que o valor do seguro cairá 90%. Os americanos economizarão até US$ 5,6 mil por ano e o governo dos Estados Unidos perderá US$ 50 bilhões por ano em impostos sobre petróleo.

“A curva de custos mostra que até 2025 todos os novos veículos será elétricos, todos os novos ônibus, carros, tratores, vans, qualquer coisa que se mova sobre rodas será elétrico no mundo”, disse Seba.

O economista compara a situação da indústria automotiva com a mudança de câmeras analógicas para digitais. “Não tem competição”, disse Seba. “O drive-train elétrico é muito mais poderoso. Os carros a gasolina e diesel não são capazes de competir”.

Fonte: https://revistapegn.globo.com/

 

 

Nova lei incentiva uso da energia solar na cidade de São Paulo

Uma nova lei que está prevista para ser aprovada até o final do
primeiro semestre de 2019, para vigorar por meio de decreto-lei em 2020,
deverá estabelecer regras e objetivos de uso da energia solar na cidade
de São Paulo. Foram tomadas por base as legislações das cidades de Palmas, no estado do Tocantins, e da Califórnia, nos Estados Unidos, para desenvolver tecnicamente um projeto de lei adequado às necessidades paulistanas.

“O uso de energia solar térmica, para aquecimento de água, já existe. O que está na ordem do dia é a energia fotovoltaica para a geração de eletricidade, que poderá ser compartilhada na rede sempre que houver excedente”, diz Douglas Messina, técnico do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento do Institutos de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

O objetivo, segundo Messina, não é criar obrigações, mas incentivar o
uso da energia solar na capital paulista. Por meio de descontos em
tributos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto
de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), ou outorga para a ampliação da
área construída urbana, o município irá fomentar empresas do segmento e
usuários, envolvendo toda a cadeia produtiva. “A universidade dará apoio
oferecendo cursos em projetos e em instalações, enquanto o IPT será o
órgão certificador de produtos para assegurar sua qualidade”, explica
ele.

Na opinião do presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, é hora de apertar o passo: “O poder público demorou a identificar a energia solar como oportunidade para o desenvolvimento. Isso vem mudando e a própria população começou a cobrar. O Brasil produz menos de 1% desse tipo de energia e precisamos avançar por meio de políticas de incentivo”.

Fonte: Cliclo vivo

Vantagens da energia solar

Economia nos gastos com a conta luz

A vantagem mais atraente desse sistema, com certeza, é a redução do
valor das contas de luz. Ao adotar esse método, é possível gerar toda a
energia utilizada no consumo do imóvel, tendo uma economia de até 95% do
valor pago a concessionária local.

Além disso, pode-se até ter créditos ‘extras’. Após instalar os
módulos, se o seu imóvel gerar mais energia elétrica do que consumir,
você poderá aproveitá-la em outros momentos, como quando não houver luz
solar o suficiente para a geração, ou então distribuir em outras
unidades consumidoras que estejam em seu nome, como uma casa de praia,
por exemplo. Os créditos de energia devem ser usados em até 60 meses.

É uma energia renovável

A irradiação do Sol sempre estará
disponível, mesmo com as variações no clima. Além disso, o Brasil é
privilegiado, recebendo uma quantidade gigantesca de radiação solar
todos os meses. Mesmo em estados ou dias com menor incidência de Sol, a
geração é garantida, pois os módulos seguem captando – muitas pessoas
tem a impressão que só em dias muito ensolarados é que se tem a geração
de energia, o que não é verdade.

Portanto, podemos contar com uma captação natural, vinda de uma fonte
gratuita e muito eficiente. E diferente de outras fontes renováveis,
como é o caso da energia nuclear, hidrelética, ou as provenientes do petróleo e do carvão, não é preciso se preocupar com o seu esgotamento.

sustentabilidade

Não polui nem afeta o ambiente

Por ser renovável e sustentável, a energia solar contribui com a
manutenção dos recursos naturais e também não agride o meio ambiente.
Isso porque, a geração de energia é feita por meio de um processo
fotoquímico, que não emite nenhum poluente ou elemento nocivo à saúde ou
a natureza. Além disso, o sistema é totalmente silencioso, então pode
ser instalado em qualquer local, seja em residências ou corporações.

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Facilidade da instalação e durabilidade

Outra grande vantagem desse sistema é a facilidade de instalação. É
claro que é preciso contar com uma empresa capacitada e bons produtos,
mas os módulos fotovoltaicos podem ser instalados em qualquer tipo de
construção e em diferentes locais, seja no telhado, no chão ou até mesmo
de forma flutuante. Assim, você poderá adaptá-los de acordo com seu
espaço e necessidade e não precisa se preocupar com altos custos de
adaptações e reformas.

É importante destacar ainda que um painel fotovoltaico de boa qualidade e bem instalado pode ser usado com eficiência por cerca de 25 anos, com
poucas manutenções (basta limpar os painéis de seis meses a um ano).
Outro ponto positivo é que algumas cidades brasileiras já dão desconto entre 10% até 100% no IPTU (o chamado “IPTU Verde”)
para o contribuinte que construir ou reformar a sua casa ou empresa
implantando sistemas ecoeficientes em sua obra, como os de geração de
energia.

Tudo isso acaba sendo também um diferencial de valor caso o imóvel
precise ser vendido ou alugado – construções com soluções sustentáveis
podem ter até 30% de valorização de mercado, do valor inicial.

E então, vamos deixar o Sol pagar sua conta de energia?

O primeiro passo é realizar um estudo com algumas informações básicas
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Entenda o funcionamento e as vantagens da fechadura biométrica

Quando o assunto é segurança de seu patrimônio, não dá para esperar o pior acontecer para agir depois, concorda? Sabemos da atual realidade das cidades do Brasil, em especial, dos grandes centros urbanos e, por isso, é preciso redobrar a atenção a todo momento. Por outro lado, a tecnologia evolui a nosso favor e nos proporciona, cada vez mais, ferramentas e sistemas extremamente modernos e confiáveis, como é caso da fechadura biométrica.

Quer entender melhor como funciona e quais as vantagens de implementar uma fechadura biométrica em sua casa ou em seu negócio? Vamos lá!

Como funciona uma fechadura biométrica na prática?

Você já deve ter visto algo semelhante naquelas cenas futurísticas de filmes de ficção, no qual alguém só consegue acessar um ambiente especial, mediante a sua digital. Pois, toda essa tecnologia, realmente digna de Hollywood, já está presente na “vida real”, inclusive no Brasil, onde cada vez mais, se populariza entre os mais variados tipos de estabelecimentos residenciais e comerciais.

Não é de hoje que as fechaduras digitais se tornaram uma das melhores opções no quesito segurança patrimonial. No entanto, com o avanço da tecnologia, os modelos que já garantiam a segurança com o acesso por senhas, hoje, contam com mais uma funcionalidade, intransferível: a biometria.

Existem dois tipos de fechadura biométrica: a de embutir e a de sobrepor. No entanto, a função de ambas é a mesma. Após a instalação na porta (que pode ser feita, tanto do lado direito, como do esquerdo), há modelos que permitem o acesso por até outras três maneiras diferentes, além da biometria: senha digital, tag e chave. Além disso, a fechadura biométrica tem a capacidade de ampliar os acessos ao local, em até 100 impressões ou tags (dependendo do modelo escolhido). Ou seja, todos os que acessam a sua casa ou o seu estabelecimento comercial, terão as suas próprias autorizações para acessar o ambiente.

Quais as vantagens da fechadura biométrica?

Sem dúvidas, o maior benefício que você, sua família ou sua equipe ganham com a instalação de uma fechadura biométrica na sua residência ou escritório, está relacionado a questão da segurança e controle de acessos. No entanto, ao analisarmos todas as funções de um equipamento desse tipo, chegamos à conclusão que as vantagens vão muito além. Confira algumas delas:

Praticidade

Com certeza, em algum momento na correria do dia a dia, você já esqueceu as chaves ou perdeu um bom tempo procurando por elas, certo? E, o pior: se não as encontrou, teve mais uma dor de cabeça gastando com serviços de chaveiro ou tendo que trocar de fechadura.

Já com uma fechadura biométrica, a história é outra. Afinal, a “chave” estará sempre com você.

Acesso intransferível

Uma fechadura convencional apresenta inúmeros riscos à segurança de seu patrimônio. Há a possibilidade de fazer cópias ou roubo de chaves, ou até mesmo, utilizar ferramentas e utensílios, capazes de abrir a porta, em minutos.

Uma das principais vantagens da fechadura biométrica, é justamente o fato de o acesso ser intransferível e impossível de ser copiado. Prova disso, é o uso dessa mesma tecnologia em empresas de valores ou, até mesmo, em nossas urnas eletrônicas.

Flexibilidade

Como já comentamos, além do acesso com biometria, as fechaduras digitais desse tipo, ainda podem contar com mais três possibilidades também seguras. Existem equipamentos que permitem o cadastro de senhas digitais, além da abertura da porta por meio da aproximação de tags ou de um adesivo especial. Por fim, ainda há a alternativa de usar uma chave física de emergência, que também garante o acesso.

Valorização do imóvel

Podemos afirmar que segurança é sinônimo de valorização. Além disso, com a instalação de uma fechadura biométrica, você traz um novo conceito de modernidade e praticidade para o seu imóvel, o que, consequentemente, impacta em seu valor de mercado.

Funcionalidades diversas

Além das quatro possibilidades de acesso, de forma geral, as fechaduras biométricas ainda contam com outras funcionalidades, que aumentam ainda mais a segurança e a privacidade de seu patrimônio.

Quer saber alguns exemplos?

  • Alarme sonoro, em casos de alguma tentativa de arrombamento da porta;
  • Sensor de travamento automático;
  • Função de senha protegida, que dificulta que descubram senhas pelas marcas de digitais deixadas no teclado da fechadura. Quando habilitada, fornece números aleatórios a serem digitados pelo usuário após a digitação da senha;
  • Funcionamento por pilhas, ou seja, não depende da rede elétrica.

Enfim, essas foram algumas vantagens e informações sobre uma das mais modernas ferramentas de acesso de residências ou estabelecimentos comerciais. Sem dúvidas, a fechadura biométrica é a evolução das chaves convencionais e um novo conceito sobre a segurança do patrimônio.

Quer tornar sua casa ou escritório mais moderno, prático e, principalmente, com a segurança mais eficiente? Entre em contato conosco equipe comercial (11)94272-7018

Segurança na internet: mantenha seus dispositivos protegidos

As ameaças à segurança na internet estão aumentando em número e em eficiência no mundo inteiro. Como estamos cada dia mais conectados, do smartphone sempre à mão à smart TV na sala de casa, estamos sempre acessando conteúdos, recebendo informações, trocando mensagens ou curtindo algum entretenimento, é preciso ter ainda mais cuidado com os ataques virtuais.

A segurança e a proteção dos dados na internet já é tanta que no dia 28 de janeiro celebra-se o Dia Internacional de Proteção de Dados Pessoais. A data é dedicada à conscientização sobre a importância do uso seguro de tecnologias online, com ênfase na preservação da privacidade e das informações pessoais.

Apesar de a grande maioria da população já estar habituada com as facilidades da internet, muitas pessoas ainda não estão prontas para enfrentar as ameaças atuais ou as que ainda estão por vir. Você, por exemplo, está tranquilo com sua rede e equipamentos contra os ataques virtuais?

Se a resposta for negativa, podemos ajudar para que você e sua família tenham uma navegação mais segura ao utilizar a rede doméstica e até Wi-Fi públicos, mantendo seus dispositivos protegidos. Confira algumas dicas para ter mais segurança na internet.

Aumente sua segurança na internet com dicas simples

1. Mude já as senhas e as configurações-padrão

Essa é a porta de entrada mais fácil para um hacker. Portanto, este é o primeiro passo para ter o mínimo de segurança na internet. Tenha regras para as senhas de seu roteador e outros dispositivos que acessam à rede: não utilize senhas fáceis de serem reproduzidas ou relacionadas a você, como sua data de aniversário ou de pessoas próximas. Crie códigos aleatórios, alternando letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos, e mude-as periodicamente, a cada três meses, pelo menos.

Outra sugestão é nunca utilizar a mesma senha para diferentes contas. Se achar complicado memorizar diversas senhas, você pode hoje usar gerenciadores que te ajudam nessa tarefa.

Em relação às configurações padrão, certifique-se de que as especificações habilitadas de fábrica garantem segurança. Caso contrário, verifique item por item e selecione os que possam proteger mais sua rede e dispositivos – evite habilitar compartilhamentos desnecessários.

Para smartphones, caso opte por adquirir um modelo já usado, procure restaurar as configurações originais, ou “de fábrica”, antes de começar a usá-lo e ajuste-o conforme as orientações acima. Evite adquirir um dispositivo móvel que tenha sido ilegalmente desbloqueado (jailbreak) ou cujas permissões de acesso tenham sido alteradas. Esta prática, além de ser ilegal, pode violar os termos de garantia e comprometer a segurança e o funcionamento do aparelho.

Atenção: os gravadores digitais de vídeo (DVRs e NVRs) também vêm com uma senha padrão de fábrica (default), por isso, altere-a imediatamente assim que instalar o produto. Outra dica é trocar as portas padrão desses aparelhos, assim você diminui a vulnerabilidade e reduz as chances deles serem encontrados na rede e ter suas imagens prejudicadas. Caso já tenha o produto instalado, converse com um técnico especializado e solicite essa troca de senha assim como a atualização do sistema.

2. Nunca use a função DMZ para redirecionar portas

Alguns equipamentos, como os roteadores, possuem a função DMZ (demilitarized zone), que serve para “retirar” da zona de segurança um determinado equipamento da rede. Dependendo da forma como essa função for usada, por exemplo, para facilitar o redirecionamento de portas, pode deixar a rede totalmente desprotegida. Nesse caso, verifique no manual dos produtos como efetuar o redirecionamento das portas da melhor maneira.

3. Faça uma barreira eficiente com firewalls de rede

Tenha sempre um firewall na sua rede. Os firewalls são dispositivos de segurança que monitoram o tráfego de entrada e saída da rede, permitindo ou bloqueando tráfegos específicos, de acordo com um conjunto de regras pré-definidas. Assim, garantem proteção aos dados na rede e também a confidencialidade deles. Mantenha-os sempre atualizados, para que não apresentem problemas de incompatibilidade ou no processamento de dados, causando lentidão ou travamento da sua rede.

Atenção: neste aspecto, também tenha atenção com os equipamentos de segurança da residência, mantendo os firmwares deles sempre atualizados.

4. Não ignore as atualizações dos sistemas operacionais e dos softwares

O segredo é usar sempre a versão mais atual do seu sistema operacional para qualquer dispositivo eletrônico . A cada nova versão, o sistema fica menos vulnerável contra os ataques, pois seus desenvolvedores já corrigiram falhas anteriores.

Em desktops e notebooks, use sempre softwares atualizados em todos os navegadores da Web, sistemas operacionais, plugins e editores de documentos. Quando você receber notificações para atualizar seu software, faça isso o quanto antes. Revise o software regularmente para saber se você está usando a versão mais recente disponível.

Outro ponto: diga adeus aos programas piratas! Os hackers são atraídos por softwares ilegais. É como se fossem um ponto de apoio para o criminoso virtual. Eles oferecem diversos riscos já que um programa alterado para distribuição ilegal pode incluir mais facilmente um vírus. Além disso, esses programas precisam de arquivos conhecidos como “crackers” que normalmente exigem permissões administrativas, facilitando ainda mais uma futura invasão.

Em relação aos smartphones, siga as mesmas regras. Além disso, seja cuidadoso ao instalar aplicações desenvolvidas por terceiros, como complementos, extensões e plugins. Procure usar aplicações de fontes confiáveis e que sejam bem avaliadas pelos usuários, verificando comentários e se as permissões necessárias para a execução são coerentes com a destinação da aplicação

5. Evite tentativas de phishing

O phishing é uma tentativa de enganar você para que revele informações pessoais críticas, como uma senha. Como ele pode ter várias formas, é importante que você saiba como reconhecer sites e e-mails suspeitos. Por exemplo, um hacker pode criar uma página falsa de login que parece legítima. Quando sua senha for revelada, ele poderá acessar sua conta ou invadir sua máquina.

Portanto, nunca clique em links duvidosos; verifique cuidadosamente o URL para garantir que você só insira seus dados em sites ou apps legítimos (antes de enviar qualquer informação, verifique se o endereço é conhecido e sem histórico de problemas, e se o certificado “https” foi gerado por uma entidade confiável. Os próprios navegadores têm incorporado mecanismos para ajudar nisso); verifique os arquivos antes de fazer o download; e nunca clique em links suspeitos nem digite informações pessoais em pesquisas ou formulários duvidosos, como de prêmios falsos e presentes enviados por e-mail, redes sociais, WhatsApp ou SMS.

Quando seus filhos ou outras crianças e jovens estiverem navegando, utilize o controle parental para aumentar a proteção on-line.

6. Cuidado ao utilizar redes Wi-Fi públicas

Tome muito cuidado ao acessar redes Wi-Fi públicas, especialmente aquelas que não exigem senha. Algumas podem ser “iscas” para capturar dados dos dispositivos conectados a ela. Outras podem redirecionar para sites falsos.

Também não utilize estas mesmas redes ou computadores públicos para acessar informações sigilosas, como dados bancários. Elas podem estar programadas para reter informações como número da conta e senha de acesso.

Outro cuidado ao usar computadores e redes fora de casa: ao acessar seu e-mail, sua conta em uma loja on-line, seu perfil em redes sociais, ou qualquer outro serviço que exige nome de usuário e senha, clique no botão/link de nome Logout, Logoff, Sair, Desconectar ou equivalente para sair do site. Pode parecer óbvio, mas muita gente realiza este procedimento simplesmente fechando a janela do navegador ou entrando em outro endereço a partir dali.

7. Faça backups regulares: quando foi a última vez que você fez um?

Os backups não irão te ajudar a garantir a segurança na internet, mas você irá agradecer caso futuramente tenha alguma invasão ou perda. Com essas cópias de segurança, os problemas poderão ser resolvidos mais facilmente e não será preciso recomeçar do zero. Os backups devem ficar armazenados em dispositivos fora da rede e em locais seguros, ou então em nuvem (cloud computing), e provedores conhecidos.

Envolva e estimule todos que moram com você ou utilizam sua rede para garantir mais segurança na internet. Lembrando que os hackers estão sempre um passo à frente e, enquanto você estiver tomando estes cuidados necessários, as ameaças virtuais vão ficando cada vez especializadas. Então, esteja sempre atento! E além dessas dicas, prefira sempre dispositivos de marcas conhecidas, de confiança e que ofereçam suporte técnico.

No site Internet Segura, mantido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, você pode encontrar diversos conteúdos sobre o assunto, inclusive alguns específicos, voltados para pais, crianças, adolescentes, educadores entre outros públicos.

Viu como é simples ter mais segurança na internet para proteger seus dispositivos? Basta começar com ações simples como essas e ir evoluindo para práticas mais avançadas, contando, principalmente, com o apoio de especialistas na área.

Qual o melhor roteador? Saiba como escolher o ideal para sua casa

Redes sociais, streaming de filmes e músicas, jogos online. Ter uma boa internet em casa hoje já é quase um item de ‘primeira necessidade’ para quem está sempre conectado no mundo digital. Além de contar com um bom provedor de internet, que entregue a velocidade e o pacote de dados contratados, para compartilhar o Wi-Fi também é preciso ter um roteador wireless compatível com a sua necessidade. Mas, diante de tantas opções, como saber qual o melhor roteador?

A resposta para esta pergunta varia bastante, pois depende de alguns fatores específicos. Quais são eles? É o que vamos mostrar ao longo do texto. Conhecendo o que é preciso levar em conta na hora de escolher o equipamento e as tecnologias disponíveis, você poderá decidir qual o melhor roteador para sua necessidade.

O que levar em conta para ter o melhor roteador em casa?

Como falamos, existem alguns pontos que influenciam diretamente na performance da rede Wi-Fi. Os principais são: velocidade da internet, velocidade de transmissão do roteador, tamanho do ambiente e número de dispositivos conectados. Vamos analisar cada um deles para que entenda e analise qual será o melhor roteador para sua casa.

Primeiro é preciso diferenciar velocidade da internet da velocidade de transmissão. A velocidade da internet depende diretamente de sua operadora ou provedor e do plano contratado junto a essas empresas. Portanto, se você não conta com altas taxas de velocidade disponíveis para download e upload, de nada adianta ter o melhor roteador. A lentidão e as constantes oscilações permanecerão, especialmente para os casos de jogos online ou quando há mais dispositivos conectados.

Agora, vamos focar no que diz respeito à escolha do melhor roteador. Você deve estar atento a:

Velocidade de transmissão

Essa velocidade é aquela com que os dados são transmitidos entre o roteador e os dispositivos conectados na rede Wi-Fi. É definida por padrões de conexão, sendo os mais comuns os padrões b, g e n, com velocidades entre 11 Mbps e 600 Mbps (150 Mbps por antena); e o Padrão AC, com velocidades acima de 433 Mbps.

Assim, de forma geral, quanto mais veloz for o roteador, mais rápido ele vai transmitir os dados. Para quem busca agilidade, o recomendado são roteadores com velocidade de transmissão acima dos 300 Mbps. Lembre-se que isto deve ser aliado à velocidade da internet contratada e aos outros fatores, como a capacidade dos seus dispositivos (TVs, smartphones) de suportar também essas velocidades maiores e o tipo de porta existente no seu roteador.

Há dois tipos bem diferentes, que além de preços distintos, oferecem trafegabilidade diferenciada. São eles:

  • roteadores com porta Fast Ethernet: eles são usados quando o plano contratado na operadora tem velocidade nominal de até 100 Mbps. É o que funciona com a maioria dos pacotes ativos nas casas brasileiras;
  • roteadores com porta Giga Ethernet: são os que aceitam a entrada de conexões com velocidade acima dos 100 Mbps, oferecendo boa trafegabilidade para quem tem planos de até 1Gbps.

É bom saber que um roteador fast pode até funcionar com um plano cuja velocidade seja superior aos 100 Mbps, mas você precisa saber que esse será o limite e tudo o que estiver acima disso será ignorado. No caso dos roteadores giga, não há esse limite (ele permitirá o uso de toda a velocidade disponível em qualquer situação, desde que ela esteja abaixo do 1 Gbps).

Número de dispositivos conectados

Outro aspecto a ser considerado é a quantidade de dispositivos que você pretende conectar na rede e os tipos de conexões que eles oferecem/aceitam. Isso porque celulares, televisões inteligentes e outros itens podem suportar redes que utilizem os padrões 2,4GHz ou 5GHz, mas nem todos dispõem dessas duas possibilidades.

Caso todos os seus aparelhos com Wi-Fi embutido só trafeguem dados pelas frequências da banda 2,4GHz, investir em um roteador dual band (2,4 e 5GHz no mesmo aparelho) não vai ajudar. A segunda rede, considerada mais robusta e menos suscetível a interferências, não será reconhecida. Entretanto, por ser um padrão mais moderno e já presente em muitos dispositivos de agora e que serão lançados no futuro, convém optar por um roteador que tenha essa segunda forma de conexão também.

Além disso, é importante estar atento à quantidade de usuários que a rede sem fio precisará comportar. Se você mora sozinho, não vai precisar ‘dividir’ o sinal do Wi-Fi com ninguém. Caso contrário, esse é um fator que deve ser considerado. Em um família de quatro pessoas, possivelmente encontraremos quatro celulares conectados na rede Wi-Fi doméstica. Agora, some isso às Smart TVs, computadores e aos tablets. Facilmente teremos mais de dez dispositivos conectados e a velocidade de transmissão cairá, sendo bem provável que haja instabilidade no sinal se o roteador escolhido não for o ideal.

Nos casos em que precisar conectar mais usuários, considere o uso de roteadores de padrão AC, desde que, claro, os dispositivos que você possui (smart TVs, smartphones, etc.) também contem com esse recurso. Essa tecnologia, além de mais velocidade – acima de 433 Mbps, sofre menos interferências por trabalhar com 2 frequências (2.4 GHz e 5 GHz), sendo que na frequência mais alta há mais canais de comunicação disponíveis, aproveitados de melhor maneira devido às capacidades aprimoradas de comunicação desse padrão mais moderno. Geralmente esses produtos também contam com tecnologia que permite focar o sinal em uma direção específica (beamforming), concentrando-o onde há um ou mais dispositivos conectados – diferente dos roteadores comuns, onde as antenas irradiam o sinal de forma igual para todos os lados.

Tamanho do ambiente

Hoje em dia queremos e precisamos estar conectados em todos os cantos das nossas casas, certo? Caso você more em uma casa grande, terá que contar com um aparelho de bom alcance para levar o sinal Wi-Fi para todos os cômodos. Isso significa que o roteador deve ser potente, para que dispositivos que estiverem longe possam “receber” o sinal emitido por ele.

Também fique atento a dois quesitos que podem influenciar o alcance do sinal: a presença de barreiras físicas como portas, espelhos, paredes e grandes móveis entre o roteador e os dispositivos; e principalmente o local de instalação do equipamento, que deve ser colocado em um local alto e centralizado.

Tecnologia Mesh

A tecnologia Mesh é a última novidade para usuários que precisam de mais alcance, velocidade e estabilidade no sinal do Wi-Fi. Se você quer mais eficiência na conexão Wi-Fi, vale a pena investir um pouco mais e contar com um sistema mesh. Sistema? Isso mesmo.

Atuando em pares (pelo menos, pois podem ser adicionados mais módulos), os aparelhos mesh se comunicam e criam um sistema de Wi-Fi inteligente, roteando os dados automaticamente. Ao formar uma única rede distribuída, os usuários podem se locomover e se conectar a qualquer um dos nós sem perda de sinal e com a garantia de estarem usufruindo o melhor sinal, frequência e velocidade disponível no momento. Isso porque o sistema analisa as diversas possibilidades de entrega do sinal, definindo sempre o melhor caminho para chegar até o usuário.

O Mesh, assim como os ACs citados acima, possuem a tecnologia (beamforming). Também operam em duas frequências, permitindo utilizar a banda de frequência mais alta (5 GHz) para aproveitar canais adicionais que são menos propensos a interferências do que em 2.4 GHz.

Depois de conhecidos os fatores que influenciam na performance do roteador e conhecer as tecnologias mais recentes, podemos citar também a questão da segurança de dados. Nesse aspecto, dê preferência para roteadores compatíveis com o protocolo de internet IPV6 (versão mais atual do Protocolo de Internet ou o conhecido IP). Esses aparelhos são prontos para as novas conexões de internet no Brasil, trazendo mais segurança, privacidade e uma melhor experiência de usuário.

Pronto, agora você já tem uma ampla gama de informações para escolher o melhor roteador. Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário ou entre em contato.

Condomínio seguro: como os moradores podem ajudar

Com o aumento da criminalidade, os condomínios têm investido em tecnologia para garantir a segurança de moradores e funcionários. As soluções de controle de acesso são cada vez mais modernas e, integradas a sistemas de alarmes e câmeras, ajudam a monitorar quem entra e quem sai dos prédios.

Mas apenas investir em novos equipamentos não é suficiente para evitar que problemas com a segurança aconteçam. O fator humano também é fundamental. Afinal, a segurança não deve ser responsabilidade apenas de síndicos e equipes especializadas, todos os moradores devem contribuir para manter o condomínio seguro.

Muitos assaltos, por exemplo, são cometidos em momentos de distração. Uma das práticas mais comuns é esperar que a pessoa pare o carro e antes mesmo que o portão abra, o morador é abordado e rendido pelos criminosos. A portaria, inclusive, é apontada por várias pesquisas como o ponto mais vulnerável nos condomínios. Segundo uma estatística do Secovi (Sindicato da Habitação), 90% das invasões em prédios residenciais acontecem pelas entradas de veículos e de pedestres.

E esse é um número que não para de crescer. Um levantamento da GloboNews com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostra que só naquele estado houve um aumento de 172% nos roubos e furtos a condomínios entre 2015 e 2016. Por isso, é fundamental que os moradores participem ativamente das questões de segurança do condomínio.

Como o morador pode contribuir para um condomínio seguro

Aliadas aos sistemas eletrônicos e a normas organizacionais, algumas atitudes de moradores contribuem para manter o condomínio seguro. Manter a porta de entrada trancada – do apartamento e da entrada dos blocos, por exemplo – é o ponto de partida. Pode parecer uma medida simples, mas em prédios com vigilância esse procedimento muitas vezes é esquecido.

Outro hábito comum é queixar-se de protocolos rígidos de segurança, como quando a portaria segue os padrões de liberação mesmo para parentes que costumam frequentar o condomínio. É importante ressaltar que as regras devem ser seguidas por todos. Qualquer comportamento que interfira na segurança pode colocar em perigo outros moradores e funcionários.

A importância do manual de segurança

Para que os procedimentos estejam claros para todos, é essencial que o condomínio mantenha um manual de segurança. Ele deve ser aprovado em assembleia e entregue a todos os moradores. Além disso, uma cópia deve ficar na portaria para que possa ser acessada sempre que necessário.

Nesse documento, devem constar regras como o acesso de fornecedores e empregados e as penalidades para quem descumprir o que tiver sido acordado. Os especialistas indicam que o ideal é que ele seja elaborado por um comitê de segurança eleito pelos próprios condôminos.

O Secovi-SP disponibiliza para download gratuito em seu portal, um manual de segurança que pode ser usado como referência pelos condomínios. Nele, há um item destinado aos moradores no qual o sindicato fornece algumas orientações.

Veja as principais:

  • É importante que o morador participe das reuniões referentes à segurança. Vale a pena também ingressar na comissão de segurança do seu condomínio;
  • Traga sempre informações relativas à segurança. Essas sugestões são valiosas para aperfeiçoar a proteção de todos;
  • Conscientize seus parentes e funcionários sobre a importância da integração de todos para manter o condomínio seguro;
  • Jamais contrate empregadas domésticas, motoristas e babás sem a documentação e as respectivas referências dos candidatos;
  • Não deixe as chaves de seu apartamento nem seus objetos pessoais na portaria. Se for o caso, deixe com algum vizinho de confiança;
  • Ao mandar fazer cópias das chaves, acompanhe pessoalmente o processo;
  • Em caso de viagem prolongada, providencie para que uma pessoa de confiança tome conta de sua residência;
  • Caso resida no primeiro ou segundo andar de um prédio, proteja as áreas de acesso com grades reforçadas;
  • Instale olho mágico nas portas. Se possível, instale trincos e trancas complementares, dando preferências as fechaduras quádruplas ou digitais;
  • Se possível, coloque alarmes com dispositivos sonoros nas principais entradas da sua casa;
  • Se o portão da garagem funciona por meio de acionamento automático, aguarde até seu fechamento total antes se se dirigir para sua vaga;
  • Quando entrar no condomínio, identifique-se ao porteiro. Abaixe o vidro ou acenda a luz interna;
  • Ao estacionar, nunca deixe seu veículo aberto ou com objetos à vista.

Esses cuidados fazem toda a diferença para manter o seu condomínio seguro.