Segurança na internet: mantenha seus dispositivos protegidos

As ameaças à segurança na internet estão aumentando em número e em eficiência no mundo inteiro. Como estamos cada dia mais conectados, do smartphone sempre à mão à smart TV na sala de casa, estamos sempre acessando conteúdos, recebendo informações, trocando mensagens ou curtindo algum entretenimento, é preciso ter ainda mais cuidado com os ataques virtuais.

A segurança e a proteção dos dados na internet já é tanta que no dia 28 de janeiro celebra-se o Dia Internacional de Proteção de Dados Pessoais. A data é dedicada à conscientização sobre a importância do uso seguro de tecnologias online, com ênfase na preservação da privacidade e das informações pessoais.

Apesar de a grande maioria da população já estar habituada com as facilidades da internet, muitas pessoas ainda não estão prontas para enfrentar as ameaças atuais ou as que ainda estão por vir. Você, por exemplo, está tranquilo com sua rede e equipamentos contra os ataques virtuais?

Se a resposta for negativa, podemos ajudar para que você e sua família tenham uma navegação mais segura ao utilizar a rede doméstica e até Wi-Fi públicos, mantendo seus dispositivos protegidos. Confira algumas dicas para ter mais segurança na internet.

Aumente sua segurança na internet com dicas simples

1. Mude já as senhas e as configurações-padrão

Essa é a porta de entrada mais fácil para um hacker. Portanto, este é o primeiro passo para ter o mínimo de segurança na internet. Tenha regras para as senhas de seu roteador e outros dispositivos que acessam à rede: não utilize senhas fáceis de serem reproduzidas ou relacionadas a você, como sua data de aniversário ou de pessoas próximas. Crie códigos aleatórios, alternando letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos, e mude-as periodicamente, a cada três meses, pelo menos.

Outra sugestão é nunca utilizar a mesma senha para diferentes contas. Se achar complicado memorizar diversas senhas, você pode hoje usar gerenciadores que te ajudam nessa tarefa.

Em relação às configurações padrão, certifique-se de que as especificações habilitadas de fábrica garantem segurança. Caso contrário, verifique item por item e selecione os que possam proteger mais sua rede e dispositivos – evite habilitar compartilhamentos desnecessários.

Para smartphones, caso opte por adquirir um modelo já usado, procure restaurar as configurações originais, ou “de fábrica”, antes de começar a usá-lo e ajuste-o conforme as orientações acima. Evite adquirir um dispositivo móvel que tenha sido ilegalmente desbloqueado (jailbreak) ou cujas permissões de acesso tenham sido alteradas. Esta prática, além de ser ilegal, pode violar os termos de garantia e comprometer a segurança e o funcionamento do aparelho.

Atenção: os gravadores digitais de vídeo (DVRs e NVRs) também vêm com uma senha padrão de fábrica (default), por isso, altere-a imediatamente assim que instalar o produto. Outra dica é trocar as portas padrão desses aparelhos, assim você diminui a vulnerabilidade e reduz as chances deles serem encontrados na rede e ter suas imagens prejudicadas. Caso já tenha o produto instalado, converse com um técnico especializado e solicite essa troca de senha assim como a atualização do sistema.

2. Nunca use a função DMZ para redirecionar portas

Alguns equipamentos, como os roteadores, possuem a função DMZ (demilitarized zone), que serve para “retirar” da zona de segurança um determinado equipamento da rede. Dependendo da forma como essa função for usada, por exemplo, para facilitar o redirecionamento de portas, pode deixar a rede totalmente desprotegida. Nesse caso, verifique no manual dos produtos como efetuar o redirecionamento das portas da melhor maneira.

3. Faça uma barreira eficiente com firewalls de rede

Tenha sempre um firewall na sua rede. Os firewalls são dispositivos de segurança que monitoram o tráfego de entrada e saída da rede, permitindo ou bloqueando tráfegos específicos, de acordo com um conjunto de regras pré-definidas. Assim, garantem proteção aos dados na rede e também a confidencialidade deles. Mantenha-os sempre atualizados, para que não apresentem problemas de incompatibilidade ou no processamento de dados, causando lentidão ou travamento da sua rede.

Atenção: neste aspecto, também tenha atenção com os equipamentos de segurança da residência, mantendo os firmwares deles sempre atualizados.

4. Não ignore as atualizações dos sistemas operacionais e dos softwares

O segredo é usar sempre a versão mais atual do seu sistema operacional para qualquer dispositivo eletrônico . A cada nova versão, o sistema fica menos vulnerável contra os ataques, pois seus desenvolvedores já corrigiram falhas anteriores.

Em desktops e notebooks, use sempre softwares atualizados em todos os navegadores da Web, sistemas operacionais, plugins e editores de documentos. Quando você receber notificações para atualizar seu software, faça isso o quanto antes. Revise o software regularmente para saber se você está usando a versão mais recente disponível.

Outro ponto: diga adeus aos programas piratas! Os hackers são atraídos por softwares ilegais. É como se fossem um ponto de apoio para o criminoso virtual. Eles oferecem diversos riscos já que um programa alterado para distribuição ilegal pode incluir mais facilmente um vírus. Além disso, esses programas precisam de arquivos conhecidos como “crackers” que normalmente exigem permissões administrativas, facilitando ainda mais uma futura invasão.

Em relação aos smartphones, siga as mesmas regras. Além disso, seja cuidadoso ao instalar aplicações desenvolvidas por terceiros, como complementos, extensões e plugins. Procure usar aplicações de fontes confiáveis e que sejam bem avaliadas pelos usuários, verificando comentários e se as permissões necessárias para a execução são coerentes com a destinação da aplicação

5. Evite tentativas de phishing

O phishing é uma tentativa de enganar você para que revele informações pessoais críticas, como uma senha. Como ele pode ter várias formas, é importante que você saiba como reconhecer sites e e-mails suspeitos. Por exemplo, um hacker pode criar uma página falsa de login que parece legítima. Quando sua senha for revelada, ele poderá acessar sua conta ou invadir sua máquina.

Portanto, nunca clique em links duvidosos; verifique cuidadosamente o URL para garantir que você só insira seus dados em sites ou apps legítimos (antes de enviar qualquer informação, verifique se o endereço é conhecido e sem histórico de problemas, e se o certificado “https” foi gerado por uma entidade confiável. Os próprios navegadores têm incorporado mecanismos para ajudar nisso); verifique os arquivos antes de fazer o download; e nunca clique em links suspeitos nem digite informações pessoais em pesquisas ou formulários duvidosos, como de prêmios falsos e presentes enviados por e-mail, redes sociais, WhatsApp ou SMS.

Quando seus filhos ou outras crianças e jovens estiverem navegando, utilize o controle parental para aumentar a proteção on-line.

6. Cuidado ao utilizar redes Wi-Fi públicas

Tome muito cuidado ao acessar redes Wi-Fi públicas, especialmente aquelas que não exigem senha. Algumas podem ser “iscas” para capturar dados dos dispositivos conectados a ela. Outras podem redirecionar para sites falsos.

Também não utilize estas mesmas redes ou computadores públicos para acessar informações sigilosas, como dados bancários. Elas podem estar programadas para reter informações como número da conta e senha de acesso.

Outro cuidado ao usar computadores e redes fora de casa: ao acessar seu e-mail, sua conta em uma loja on-line, seu perfil em redes sociais, ou qualquer outro serviço que exige nome de usuário e senha, clique no botão/link de nome Logout, Logoff, Sair, Desconectar ou equivalente para sair do site. Pode parecer óbvio, mas muita gente realiza este procedimento simplesmente fechando a janela do navegador ou entrando em outro endereço a partir dali.

7. Faça backups regulares: quando foi a última vez que você fez um?

Os backups não irão te ajudar a garantir a segurança na internet, mas você irá agradecer caso futuramente tenha alguma invasão ou perda. Com essas cópias de segurança, os problemas poderão ser resolvidos mais facilmente e não será preciso recomeçar do zero. Os backups devem ficar armazenados em dispositivos fora da rede e em locais seguros, ou então em nuvem (cloud computing), e provedores conhecidos.

Envolva e estimule todos que moram com você ou utilizam sua rede para garantir mais segurança na internet. Lembrando que os hackers estão sempre um passo à frente e, enquanto você estiver tomando estes cuidados necessários, as ameaças virtuais vão ficando cada vez especializadas. Então, esteja sempre atento! E além dessas dicas, prefira sempre dispositivos de marcas conhecidas, de confiança e que ofereçam suporte técnico.

No site Internet Segura, mantido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, você pode encontrar diversos conteúdos sobre o assunto, inclusive alguns específicos, voltados para pais, crianças, adolescentes, educadores entre outros públicos.

Viu como é simples ter mais segurança na internet para proteger seus dispositivos? Basta começar com ações simples como essas e ir evoluindo para práticas mais avançadas, contando, principalmente, com o apoio de especialistas na área.

Condomínio seguro: como os moradores podem ajudar

Com o aumento da criminalidade, os condomínios têm investido em tecnologia para garantir a segurança de moradores e funcionários. As soluções de controle de acesso são cada vez mais modernas e, integradas a sistemas de alarmes e câmeras, ajudam a monitorar quem entra e quem sai dos prédios.

Mas apenas investir em novos equipamentos não é suficiente para evitar que problemas com a segurança aconteçam. O fator humano também é fundamental. Afinal, a segurança não deve ser responsabilidade apenas de síndicos e equipes especializadas, todos os moradores devem contribuir para manter o condomínio seguro.

Muitos assaltos, por exemplo, são cometidos em momentos de distração. Uma das práticas mais comuns é esperar que a pessoa pare o carro e antes mesmo que o portão abra, o morador é abordado e rendido pelos criminosos. A portaria, inclusive, é apontada por várias pesquisas como o ponto mais vulnerável nos condomínios. Segundo uma estatística do Secovi (Sindicato da Habitação), 90% das invasões em prédios residenciais acontecem pelas entradas de veículos e de pedestres.

E esse é um número que não para de crescer. Um levantamento da GloboNews com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostra que só naquele estado houve um aumento de 172% nos roubos e furtos a condomínios entre 2015 e 2016. Por isso, é fundamental que os moradores participem ativamente das questões de segurança do condomínio.

Como o morador pode contribuir para um condomínio seguro

Aliadas aos sistemas eletrônicos e a normas organizacionais, algumas atitudes de moradores contribuem para manter o condomínio seguro. Manter a porta de entrada trancada – do apartamento e da entrada dos blocos, por exemplo – é o ponto de partida. Pode parecer uma medida simples, mas em prédios com vigilância esse procedimento muitas vezes é esquecido.

Outro hábito comum é queixar-se de protocolos rígidos de segurança, como quando a portaria segue os padrões de liberação mesmo para parentes que costumam frequentar o condomínio. É importante ressaltar que as regras devem ser seguidas por todos. Qualquer comportamento que interfira na segurança pode colocar em perigo outros moradores e funcionários.

A importância do manual de segurança

Para que os procedimentos estejam claros para todos, é essencial que o condomínio mantenha um manual de segurança. Ele deve ser aprovado em assembleia e entregue a todos os moradores. Além disso, uma cópia deve ficar na portaria para que possa ser acessada sempre que necessário.

Nesse documento, devem constar regras como o acesso de fornecedores e empregados e as penalidades para quem descumprir o que tiver sido acordado. Os especialistas indicam que o ideal é que ele seja elaborado por um comitê de segurança eleito pelos próprios condôminos.

O Secovi-SP disponibiliza para download gratuito em seu portal, um manual de segurança que pode ser usado como referência pelos condomínios. Nele, há um item destinado aos moradores no qual o sindicato fornece algumas orientações.

Veja as principais:

  • É importante que o morador participe das reuniões referentes à segurança. Vale a pena também ingressar na comissão de segurança do seu condomínio;
  • Traga sempre informações relativas à segurança. Essas sugestões são valiosas para aperfeiçoar a proteção de todos;
  • Conscientize seus parentes e funcionários sobre a importância da integração de todos para manter o condomínio seguro;
  • Jamais contrate empregadas domésticas, motoristas e babás sem a documentação e as respectivas referências dos candidatos;
  • Não deixe as chaves de seu apartamento nem seus objetos pessoais na portaria. Se for o caso, deixe com algum vizinho de confiança;
  • Ao mandar fazer cópias das chaves, acompanhe pessoalmente o processo;
  • Em caso de viagem prolongada, providencie para que uma pessoa de confiança tome conta de sua residência;
  • Caso resida no primeiro ou segundo andar de um prédio, proteja as áreas de acesso com grades reforçadas;
  • Instale olho mágico nas portas. Se possível, instale trincos e trancas complementares, dando preferências as fechaduras quádruplas ou digitais;
  • Se possível, coloque alarmes com dispositivos sonoros nas principais entradas da sua casa;
  • Se o portão da garagem funciona por meio de acionamento automático, aguarde até seu fechamento total antes se se dirigir para sua vaga;
  • Quando entrar no condomínio, identifique-se ao porteiro. Abaixe o vidro ou acenda a luz interna;
  • Ao estacionar, nunca deixe seu veículo aberto ou com objetos à vista.

Esses cuidados fazem toda a diferença para manter o seu condomínio seguro.

Segurança para condomínios: veja por que é importante ter bons equipamentos

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Infelizmente não é preciso procurar muito para encontrar notícias sobre furtos e assaltos no Brasil. Cidades de todo o país registram diariamente casos de invasão e arrastões em casas e edifícios, planejados e realizados de forma cada vez mais ousada – só São Paulo capital e Manaus registraram cada uma, mais de 60 casos do tipo em 2016. Por isso, pensar na segurança dos condomínios torna-se indispensável para tentar minimizar a violência.

Investir em equipamentos de segurança para condomínios é uma alternativa que ajuda a monitorar e controlar o acesso de pessoas. Câmeras, porteiros eletrônicos, iluminação, cercas elétricas, alarmes, sensores e outros dispositivos são algumas opções disponíveis no mercado. Mas, antes de escolher quais equipamentos investir, é preciso levar em conta as necessidades específicas do condomínio, estudar a área de cobertura e o planejamento da segurança para que as soluções estejam integradas e funcionem corretamente.

Neste momento, o papel do síndico ganha ainda mais responsabilidade. Ele será o encarregado de buscar e escolher as melhores soluções em segurança para seu condomínio. O primeiro passo é encontrar uma empresa confiável, que tenha bons equipamentos e dê suporte na instalação e no uso de cada solução, além de garantir um pós-venda em caso de problemas nos produtos. Vale lembrar que essas condições são importantes para evitar falhas e manter os equipamentos sempre em funcionamento.

Soluções integradas ajudam na segurança em condomínios

Outro ponto que podemos destacar é a possibilidade de organizar e montar todo o sistema de segurança com uma única empresa. Com as tecnologias ‘conversando’ entre si e um único suporte, fica mais fácil integrar as soluções e minimizar possíveis falhas. Imagine que você poderá instalar câmeras de monitoramento pelas principais áreas do condomínio e disponibilizar uma central em cada uma das unidades para que os moradores acompanhem a movimentação de pessoas, inclusive por smartphones ou tablets. Será mais fácil para eles reconhecerem a chegada de seus convidados e liberar o acesso com segurança, por exemplo.

Por isso, nem sempre a opção mais barata será a melhor escolha. Algumas marcas menos conhecidas e de fora ganharam mercado nestes últimos anos ao oferecer equipamentos com preços mais baixos que as opções nacionais. Mas, neste caso, não será possível contar com suporte nem ter garantias de qualidade dos produtos.

Entre as marcas nacionais, a Intelbras é uma das referências neste segmento de segurança para condomínios. A empresa, que está no mercado há mais de quatro décadas, só oferece produtos que passam por um rígido processo de teste de campo, para evitar ao máximo problemas futuros.

Este tipo de garantia, assim como uma boa manutenção, deve ser levada em conta na hora de escolher a marca dos equipamentos de segurança para o seu condomínio. Como vimos, a integração do sistema e a qualidade dos produtos ajuda a evitar falhas e a melhor proteger os moradores.

Tipos de equipamentos para segurança em condomínios

Hoje há uma série de itens que ajudam a aumentar a segurança em condomínios. Segundo dados do IBGE (Pnad 2009), 34,8 milhões dos domicílios brasileiros – cerca de 60% do total – já usam pelo menos um dispositivo de segurança. Desse total, a maioria está concentrada em áreas urbanas (64,9%). Listamos aqui alguns dos principais equipamentos e soluções utilizadas na segurança de condomínios. Confira e veja o que melhor se adequa ao seu caso:

  • Controle de acesso: registro detalhado e gerenciamento de todo o fluxo de pessoas e automóveis por meio de dispositivos de identificação com tecnologia de ponta desenvolvidas exclusivamente para condomínios.
  • Controle de acesso, monitoramento e interfonia por vídeo: possibilidade de receber mensagens de áudio e vídeo de quem esteve no condomínio na sua ausência e assisti-las de seu apartamento. Atender suas visitas de onde estiver através do smartphone com um simples toque, monitorar as câmeras do condomínio de dentro do seu apartamento e muito mais.
  • Câmeras e gravadores de segurança (CFTV): proteção de patrimônio e funcionários através do monitoramento por câmeras de segurança. Acesso ao vivo das imagens dos diversos ambientes dentro do condomínio.
  • Iluminação de emergência: luminárias para corredores, escadas e blocos que iluminam ambientes maiores (como estacionamentos) em caso de queda de energia.
  • Detecção de incêndio: sistema de detecção de alarme de incêndio endereçável que identifica com exatidão o local do princípio de incêndio e é ideal para grandes ambientes; e sistema de detecção de alarme de incêndio convencional, que auxilia na prevenção deste tipo de acidente e é uma ótima opção para ambientes pequenos;
  • Eletrificadores (cerca elétrica): proteção ostensiva com muita potência de choque e atendendo a todas as normas de segurança.
  • Alarmes e sensores: é possível monitorar e prevenir movimentações suspeitas, interagir remotamente com o sistema de segurança, automatizar lâmpadas, cortinas, portões, e com a tecnologia de ponta de alguns equipamentos, o monitoramento pode ser feito até pelo smartphone.
  • Rádios outdoor: soluções wireless para conexão entre câmeras de segurança instaladas em locais distantes. Muito usado em condomínios horizontais.
  • Radiocomunicadores: com os radiocomunicadores é possível manter a comunicação entre os funcionários do condomínio de forma simples e ágil, independente da distância entre eles.

10 dicas de segurança para sua casa nas férias

Aproveite as férias tranquilo, veja dicas para evitar assaltos em sua casa enquanto estiver viajando.

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Infelizmente existem quadrilhas especializadas em assaltar residências, durante o período em que você mais deseja ter tranquilidade, é também o momento em que sua residência fica mais vulnerável, então antes de fazer as malas veja algumas dicas que preparamos para que você possa aproveitar suas merecidas férias mais tranquilo.

1. A tecnologia pode ser sua aliada

Se sua residência ainda não possui um sistema de segurança como câmeras e alarmes procure conhecer as opções disponíveis no mercado, atualmente os sistemas permitem um controle total mesmo a distância através do seu celular, os preços são acessíveis e vale o investimento. Para instalação procure por empresas certificadas e homologadas pelos fabricantes dos equipamentos.

2. Seja discreto

Atualmente com as redes sociais acabamos postando praticamente tudo sobre nossas vidas, as viagens normalmente são o tipo de postagens que a grande maioria das pessoas mais gostam de postar,  mas infelizmente essas informações podem acabar em mãos erradas, evite postar o período em que a casa irá ficar sozinha, também evite passar essa informação a estranhos.

3. Cuidado com o excesso

Aquele cadeado grande e correntes espalhadas pelo portão do lado de fora, pode não ser uma boa ideia, casas com esse tipo de “sistema” deixa claro para todos que passam na rua que a casa está vazia.

4. Familiares e amigos podem ajudar

Se sua viagem for por um período maior tente deixar alguma pessoa de sua confiança com acesso a casa, a movimentação de pessoas na casa e luzes acessas afasta a ideia de que a casa está vazia. Se você mora em um condomínio não esquece de deixar autorizado na portaria o acesso desta pessoa.
A tecnologia  pode ajudar aqui, atualmente há diversos sistemas hoje que permitem acender e apagar luzes remotamente, dando a sensação que há pessoas na residência.