Como escolher um sensor de presença para iluminação

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

A tecnologia no desenvolvimento deste tipo de recurso permite resolver completamente o dilema entre conforto e economia. Graças à implementação de capacidades específicas, como a detecção de presença a partir da emissão de calor de corpos e objetos em ambientes de baixa luminosidade e até a sensibilidade à quantidade de luz para definir se a lâmpada deve ou não ser acesa ao detectar um movimento, esses dispositivos precisam fazer parte de qualquer projeto residencial ou comercial que esteja minimamente preocupado em reduzir a conta de luz e poupar energia.

Mas você já sabe como escolher um bom sensor de presença para iluminação? Já leu sobre esse equipamento durante as suas pesquisas na internet? Preparamos este texto para que você possa conhecer cada um dos modelos e decidir pelo que será mais útil e ficará mais harmonioso na sua casa, condomínio ou empresa. Continue a leitura para saber mais.

Tipos de sensor de presença para iluminação

A diversidade de ambientes exige que os sensores tenham características específicas para funcionarem conforme cada situação. Por exemplo: não adianta que um equipamento deste tipo continue acendendo uma lâmpada em uma área durante o dia, ou que a área sensível seja tão pequena que o usuário precise se posicionar quase embaixo dele para acioná-lo.

Recursos modernos que vão desde a implementação de células fotossensíveis até a cobertura de grandes áreas estão disponíveis no mercado, e é justamente elas que você deve conhecer para decidir qual é o melhor sensor de presença para iluminação a ser instalado no seu imóvel.

  • Instalação na parede: esse tipo de sensor oferece economia ao acender e apagar as luzes automaticamente, aliada à praticidade da utilização da estrutura elétrica já existente. Com modelos de sobrepor ou embutir, elimina a necessidade de grandes intervenções e fica estrategicamente posicionado em áreas de tráfego, agilizando o acendimento das luzes;
  • Instalação no teto: esse tipo de sensor costuma oferecer uma área de cobertura mais abrangente, já que pode ser instalado a até quatro metros de altura. A própria disposição do aparelho ajuda na segurança, já que o torna inacessível para quaisquer outras pessoas que não os técnicos responsáveis pela manutenção, impedindo que seu funcionamento seja alterado ou comprometido;
  • Plug and Play: é o tipo de sensor de presença para iluminação mais simples de ser instalado. Pode ser rosqueado no soquete que recebe a lâmpada (no teto, por exemplo).

Onde usar cada tipo de sensor de presença para iluminação

Como você já leu aqui, cada situação exige um tipo de sensor de presença para iluminação adequado. Conheça quais os melhores locais para usar cada tipo.

Uso interno — teto ou parede

Um tipo de solução mais versátil para você instalar na sua casa ou no ambiente corporativo é o que permite a fixação no teto ou na parede. Próprio para ambientes internos, possui uma haste articulada para que você direcione o sensor para a área de maior movimento (focado em uma porta, por exemplo, para fazer a luz acender sempre que alguém passar por ela).

Esse tipo de equipamento funciona a partir da detecção de movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Além disso, possui a função fotocélula que permite acender a luz durante o dia ou apenas à noite. Essa característica ajuda a aumentar a economia de energia, pois impede o acionamento indevido da lâmpada quando o ambiente estiver claro ou for desnecessário o seu acendimento.

Além disso, esses sensores oferecem um ângulo de detecção de presença de até 360º e alcance de 5 metros — o que vai eliminar as possibilidades de não acionamento quando alguém passar pelo espaço onde ele estiver instalado.

Uso interno — teto

Caso a sua necessidade seja ampliar a área de alcance do sensor e assim multiplicar a eficiência deste dispositivo no propósito de economizar energia, o ideal para você são os que oferecem maior alcance de detecção. Além do ângulo de 360º, facilitando a identificação de quem estiver passando por quaisquer dos lados, o sensor infravermelho consegue medir fontes de calor que estejam a até 18 metros de distância de onde estiverem instalados, dependendo do modelo escolhido. Essa característica habilita o uso em ambientes maiores, tanto em casa quanto em imóveis comerciais — uma área de festas na residência ou um depósito de uma pequena empresa.

Eles também oferecem a função fotocélula, que desabilita o acionamento da lâmpada durante o dia, mesmo detectando movimento. Essa função, no entanto, pode ser configurada pelo usuário, que consegue desabilitá-la se desejar.

Também há variações importantes que podem ser embutidas no teto — gesso, laje ou outro material —, facilitando a inclusão em qualquer projeto arquitetônico. Também há sensores com proteção IP 44, preparados para serem instalados em locais semi-abertos, como garagens, portarias de condomínios e outras áreas.

Uso interno — Plug and Play

Além dos recursos que você conheceu neste texto, há os que não exigem nenhum conhecimento técnico e começam a funcionar assim que são conectados à energia elétrica.

Desenvolvidos para instalação em um soquete E27, os tradicionais e populares “bocais” que recebem as lâmpadas fluorescentes compactas e de LED comuns disponíveis no mercado, têm o sensor acima do espaço destinado à fonte luminosa, para que seja abrangente e “enxergue” completamente o ambiente.

Para entrar em funcionamento, basta que você retire a lâmpada do soquete, rosqueie o sensor e volte a colocar a lâmpada. Esse componente é compatível com todos os tipos de iluminação até 60 Watts, também têm célula fotoelétrica e boa área de cobertura.

Todos os sensores que você conheceu neste texto têm ajuste de tempo de duração da luz acesa. Por meio de um botão no próprio produto é possível determinar qualquer duração a partir da detecção de presença, de 10 segundos a 10 minutos (conforme o modelo). Eles também são compatíveis com as lâmpadas mais comuns do mercado, sejam elas incandescentes, fluorescentes compactas ou de LED, e possuem três anos de garantia.

Fonte: intelbras.com.br

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