Intelbras lança fechadura digital para portas de vidro

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A intelbras apresentou ao mercado sua nova fechadura FR400 desenvolvida para portas de vidro, o produto buscar atender clientes que buscam praticidade, eliminando o uso de chaves.

A FR 400 foi desenvolvida para levar mais segurança às portas de vidro em residências, apartamentos, escritórios e ambientes comerciais.

Com instalação por pressão, fácil e rápida, o modelo pode ser instalado em portas com abertura para o lado direito ou esquerdo.

Suas chaves estão na ponta dos dedos. A FR 400 pode ser aberta com senha numérica pelo teclado touch screen, sendo possível cadastrar até 4 senhas ou através do chaveiro de proximidade (até 100 cadastros).

O sistema ainda conta com alarme antiarrombamento, que aciona um sinal sonoro (durante 1 minuto) na própria fechadura quando negadas 5 tentativas consecutivas de abertura ou na tentativa de violação

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Empresa lança drone capaz de seguir um ser humano de forma autônomo

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A startup Skydio conseguiu criar um drone que segue objetos ou pessoas de forma autônoma. Com um sistema de câmeras e sensores aliados à inteligência artificial, o dispositivo persegue e filma objetos em movimento, sem que ninguém o esteja operando. O CEO da startup, Adam Bry, testou o produto em um vídeo para o The New York Times, e o resultado impressiona. Trata-se de um drone chamado de R1 e cuja tecnologia permite voos autônomos e reconhecimento de objetos em um dado espaço. O resultado? O executivo foi perseguido pelo drone, apesar de tentar se esconder atrás de uma árvore.

O R1 é acionado a partir de um aplicativo de celular. O usuário determina qual objeto será usado como alvo, que pode ser, inclusive, um humano. Basta um toque sobre a imagem da pessoa na tela. A tecnologia, apesar de impressionante, levanta preocupações por acabar abrindo margem para perseguições de indivíduos por drones de forma não consensual e arbitrária.

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O executivo diz que alerta seus clientes para serem “responsáveis” no uso do drone. Porém, mesmo as leis norte-americanas não são tão eficientes para barrar o poder destes veículos: embora haja uma ideia de que eles devem estar no campo de visão de seus proprietários, Bry afirma que há permissão para que ele vá mais longe por períodos determinados, desde que não interfiram no espaço aéreo.

O objetivo da Skydio, inicialmente, era desenvolver um dispositivo que se movesse sem a necessidade de um piloto. O projeto teve início em 2014, quando a companhia conseguiu investimento de US$ 70 milhões. “Nossa visão é que quase todos os casos de uso de um drone seriam melhores com autonomia do dispositivo”, disse Bry. Ele fundou a empresa com o executivo Abe Bachrach. Ambos se conheceram durante a graduação no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

O funcionamento dos drones foi possível graças à inteligência artifical e à técnica chamada de “deep learning” [aprendizado profundo de máquina]. A técnica já pode, inclusive, conduzir um carro em um ambiente barulhento e complexo. Através dela, o drone se torna capaz de reconhecer o espaço em que está voando, de forma a diferenciar as características dos objetos à sua volta.

Fonte: Época